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Por que brasileiros 70+ trocam imóveis grandes por menores

Crescimento de pessoas que vivem sozinhas impulsiona mudança de comportamento e fortalece busca por apartamentos entre 70 m² e 100 m² em condomínios com lazer completo

O aumento no número de brasileiros que vivem sozinhos ajuda a explicar uma mudança importante no mercado imobiliário. Dados recentes do IBGE mostram que, em 2025, 19,7% dos domicílios do país são ocupados por apenas uma pessoa, o equivalente a quase um em cada cinco lares.

Esse movimento não está restrito aos mais jovens. Entre os 70+, o fenômeno ganha força, impulsionado pelo envelhecimento da população e por uma mudança de comportamento que passa pela busca por autonomia, praticidade e uma rotina mais ativa.

Cresce o interesse por apartamentos menores, especialmente unidades entre 70 m² e 100 m², localizadas em bairros bem estruturados e com acesso a serviços. A escolha não passa apenas pela metragem, mas por uma forma diferente de ocupar o imóvel e organizar a rotina.

Ao deixar imóveis amplos, muitas vezes ligados a uma fase anterior da vida, esse público passa a priorizar plantas mais funcionais e condomínios com áreas comuns completas, que ampliam as possibilidades do dia a dia sem exigir manutenção individual.

Piscina, academia, espaços de convivência e serviços compartilhados passam a fazer parte da rotina, substituindo áreas internas que antes ficavam subutilizadas. O resultado é um modelo de moradia mais dinâmico, alinhado a um perfil de vida ativo e independente.

“A gente observa um movimento consistente de clientes acima dos 70 anos que optam por apartamentos menores, mas em condomínios com estrutura completa. Existe uma busca clara por praticidade, segurança e também por manter uma rotina ativa, com acesso fácil a serviços e áreas de convivência”, afirma Júlia Gagliardi, fundadora e CEO da inCanto Urbano.

Nos últimos anos, o número de domicílios unipessoais cresceu de forma significativa no Brasil, passando de 12,2% em 2012 para 19,7% atualmente, segundo o IBGE.

Esse avanço reflete tanto fatores demográficos quanto escolhas individuais. Morar sozinho deixa de ser uma condição transitória e passa a representar um estilo de vida consolidado, com impacto direto na forma como os imóveis são pensados e ocupados.

Em bairros como Paraíso e Jardins, essa tendência se traduz em uma demanda crescente por apartamentos compactos, bem localizados e inseridos em condomínios que ampliam a experiência de morar para além da unidade.

 

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